
Auricéia Fraga, em alguns momentos de emoção durante os laboratórios enquanto trabalhava a composição do personagem da mãe do texto "Bodas de sangue".“Mãe – É tão terrível ver o próprio sangue derramado pelo chão. Uma fonte que escorre num minuto e que para nós custou anos. Quando fui ver meu filho, ele estava caído. Molhei as mão de sangue e as lambi. Porque era meu sangue. Ninguém sabe o que é isso. Eu guardaria a terra nele encharcada numa custódia de cristal e topázios.”
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